Amazonas

Marciele Albuquerque brilha como cunhã-poranga em Parintins com lenda amazônica

A apresentação no Festival de Parintins destaca a resistência cultural dos povos da Amazônia.

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Marciele Albuquerque em apresentação
Marciele Albuquerque durante sua performance no Festival de Parintins. — Foto: arquivo

Na terceira noite do Festival de Parintins, Marciele Albuquerque encantou o público ao se apresentar como cunhã-poranga, um dos itens mais emblemáticos do evento. A artista, representando o Boi Caprichoso, trouxe à cena uma alegoria inspirada na lenda amazônica 'Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente'.

Uma Lenda de Coragem e Resistência

A lenda que inspirou a apresentação narra a história do jovem guerreiro Maricá, que enfrenta criaturas gigantes conhecidas como Nhaçã Hekã. Durante sua jornada, Maricá conta com a ajuda de aliados inusitados, como a Cobra e o Sapo, simbolizando a união e a força da natureza.

Cenário da lenda Nhaçã Hekã
Cenário que retrata a lenda Nhaçã Hekã. — Foto: MUGESH DSRAJ / Pexels

O Brinquedo da Resistência

A performance faz parte do espetáculo intitulado 'O Brinquedo da Resistência', que visa destacar a importância da cultura amazônica e a luta pela preservação das tradições. A apresentação de Marciele Albuquerque foi avaliada em diversos critérios, como desenvoltura, expressão corporal, indumentária e adequação ao tema, todos essenciais para o sucesso no festival.

Apresentação no Festival de Parintins
Momento da apresentação de Marciele Albuquerque no festival. — Foto: Renjith Tomy Pkm / Pexels

A toada que acompanhou a apresentação, intitulada 'Nhaçã Hekã' e 'Amantes Feiticeiras', trouxe uma sonoridade envolvente que complementou a narrativa da lenda, transportando o público para o universo mágico e ancestral da Amazônia.

Com informações de: G1 Amazonas.

Fonte verificável: G1 Amazonas — https://tinyurl.com/27j5je29

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